sábado, 28 de janeiro de 2012

A CABALA E VOCÊ (VÍDEO)



video

NESTE VÍDEO, EXPLICAMOS A IMPORTÂNCIA DA CABALA ENQUANTO CIÊNCIA E A APLICAÇÃO DA MESMA EM NOSSAS VIDAS, COMO FERRAMENTA DE TRANSFORMAÇÃO.  



sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

PARASHÁ BO


Na porção desta semana, a negociação continua e as “pragas” representam a possibilidade de retificação dos diversos atributos da nossa Árvore da Vida, As “pragas” são, na verdade, “golpes” da Luz do Mundo Infinito sobre o mundo corrompido da fisicalidade. 

Desta forma, do primeiro até o último golpe sobre o “Egito”, o que estava em questão, era o domínio do ego. O êxodo, por sua vez, é a remoção dos nós energéticos e das amarras, permitindo que os aspectos mais refinados do ser humano venham à tona.

A Cabalá nos ensina que a participação da Luz no processo de crescimento do ser humano é nos conceder o livre-arbítrio. Até a sétima praga, a saída da condição de servidão seria uma escolha para os hebreus. 

Porém, nas três últimas pragas citadas nesta porção, não havia mais possibilidade de livre-arbítrio, eles ficaram submetidos a uma força predeterminada e saíram por que não tinham opção diante de uma grande energia de mortificação. De certa forma, houve uma “coação”.

O ser humano tem uma tendência a buscar um caminho espiritual quando se sente “ameaçado”. Entretanto, a permanência é um grande desafio porque o desapego aos limites do “eu” (ego) corresponde muitas vezes a abrir mão da própria vontade , numa união  de puro amor em que não há distinção entre Criador e criação: “… e nós não sabemos como serviremos ao Eterno, até chegarmos lá” (Shemot10:26)

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

O DNA DA INVEJA




Na nossa vida, esta é uma das manifestações mais comuns do egoísmo. De várias maneiras ele se manifesta, com subdivisões tão nocivas, quanto a essência que dá origem ao seu nome, e a inveja está presente onde existe um vazio em realizações. 

O problema para o invejoso, é que as realizações estão acontecendo o tempo todo neste mundo. Na visão cabalística, nós estamos situados na Sephirah de Malchut, que está diretamente ligada ao mundo de Assiah, ou seja, o mundo das ações. Neste aspecto fica claro que a nossa estadia nesta existência é para obter méritos, que servirão na nossa própria evolução.

Porém, o invejoso é um contra-senso à esta existência. Ele não veio para realizar, veio para observar e lamentar o fato de os outros realizarem. Mesmo quando ele executa alguma função, o faz, mas sempre com a ciência de que o outro realiza mais e melhor que ele. Não, que de fato, as pessoas sejam melhores que o invejoso, mas sim porque ele não se propõe a se ver com alguém melhor.

Por isso, o invejoso tem que botar defeito no que o outro faz, a única maneira de crescer. É uma estratégia bem comum, se você se julga incapaz de se elevar, você automaticamente, só pode estar no mesmo patamar de alguém que você inveja, se a jogar para baixo. Aí, surgem as técnicas comuns do invejoso, como as calúnias, a fofoca e a "união" com outros invejosos.

Não existe isso de "inveja branca", o que existe são pessoas que se admiram mutuamente, ou pessoas que admiram o sucesso de alguém e, acreditam, por intermédio do trabalho, poder alcançar um patamar semelhante. Alguém que admira não se vê crescendo às custas da queda do outro e nem acredita que é preciso sabotar alguém para conseguir ser notado.

No final das contas, em Cabala, como estudamos as leis universais que regem o mundo, sabemos que o invejoso sempre colhe o que plantou. De uma forma ou de outra, seus planos caem por terra, não importa o que façam ou o quão acreditem que sua estratégia é vencedora. O invejoso optou ficar à margem e é lá que ficará, a menos que passe a olhar para si e para as suas realizações, sem "queimar" os feitos alheios.

Que todos nós possamos focar nas nossas realizações e construir aquilo que nos está predestinado. Todos têm o seu espaço para brilhar neste mundo.

Fraternalmente,

Rafael Chiconeli .`.


® todos os direitos reservados


quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

PERDOAR O IMPERDOÁVEL


Nosso trabalho em Cabala é profundo e em muito, desmistifica crenças que estão profundamente enraizadas nas pessoas, por épocas e épocas de engano. Isto, porque hoje, temos a nossa disposição, a fonte verdadeira, que provém da sabedoria utilizada pelos sábios há milênios atrás, que revelaram os grandes mistérios dessa vida.

Hoje, entendemos que uma vida plena, passa por lidarmos como egoísmo, em podermos partilhar o que temos de bom, que é o que faz com que nossos aspectos positivos se despedacem. Na Cabala Iniciática, que é a essência da Tradição passada pelos Chachamin (sábios), o perdão tem um papel fundamental.

"Tikkun", é como chamamos a correção que buscamos, para que possamos ter méritos. Não existem conquistas, sem que queiramos nosso auto-aperfeiçoamento. Então, automaticamente, associamos que se queremos algo nesta vida, temos que fazer por onde e é por isso que senti necessidade de escrever este texto.

Muitos de nós, realizam inúmeras coisas boas e não tão boas. Quando fazemos o bem, queremos aproveitar o máximo daquilo, mas quando fazemos o mal, queremos logo esquecer e se foi feito à uma outra pessoa, geralmente pormenorizamos a questão. Em geral, olhamos para ela e pedimos desculpas e só. Isso, no caso daqueles que se desculpam.

Não adianta, fazer de conta, para se ter correções, é preciso ser digno de ser perdoado. A Cabalá ensina, que mais do que o ato de falar, é preciso se ter um arrependimento sincero e se comprometer a não repetir o erro. Só assim, é possível de se realizar as correções e conquistar o verdadeiro perdão, que limpa a Neshamah.

Espero que todos os que lêem, entendam a beleza do perdão verdadeiro e a essência do que estamos ensinando através dos nossos cursos de Cabala Iniciática.

Toda a Luz da Cabala para Vocês!

CONTATOS: rafaelchiconeli@yahoo.com.br

Fraternalmente,

Rafael Chiconeli .`.



® todos os direitos reservados


terça-feira, 24 de janeiro de 2012

O CASAL E A CABALA



Estive em São Paulo, ministrando uma aula e foi impressionante a quantidade de casais que encontrei, na mesma sala, partilhando dos mesmos estudos e da mesma busca. Isso é muito bonito, não por estarem necessariamente participando de uma aula que eu ministro e, sim por estarem unidos em função de algo comum aos dois.

Em nossos estudos de Cabala, descobrimos que o amor é uma qualidade inata da natureza e que une todas as partes de uma realidade. "Amar é ser um", e este aspecto é partilhado por toda a criação, desde os minerais, as plantas e os animais. O ser humano também tem este potencial, mas com o livre-arbítrio, pode tanto amar quanto odiar.

Se repararmos, independentemente de estudar Cabala ou não, nós agimos contra o amor, quando focamos unicamente em nós e deixamos a outra pessoa de lado. Quando em nossa busca estamos unicamente preocupados com a nossa felicidade e não a do outro.  Isto cria um desequilíbrio da lei natural e vai ser fonte de dor e, posteriormente, sofrimento.


Além disso, a falta de objetivos comuns, gera a separação gradual das pessoas. Num casal, isto vai se refletir no esmorecimento da relação, distanciamento e, na eventual separação dos dois. Nem sempre uma separação quer dizer que "o amor acabou", mas sim, que cessaram em AMBAS AS PARTES A BUSCA DE UM OBETIVO UNO.

Se observarmos o desenvolvimento de um organismo ou se perguntarmos à um biólogo ou botânico, saberemos que o que rege nossa existência é a lei do amor. Todas as partes de um organismo vivo funcionam no sentido da doação, as células vivem para cuidar do bem estar e sustentar o Corpo.

Daí, a importância de atuarmos em sintonia com as leis naturais, pois a fonte de todo este amor é uma só. Ela provém do Criador, e traz resultados magníficos em nossas vidas. Esta harmonização, a Cabala chama de "infinito" quando atingimos este objetivo, enxergamos que nossos limites deixam de existir e nós literalmente passamos a sentir o outro como parte de nós mesmos.

Quando um casal está em harmonia na busca de um objetivo positivo, está praticando este princípio e, como consequência trazendo a chama deste amor infinito para a sua relação. Isto, porque a atividade comum nos coloca o tempo todo na função de PARTILHAR.

Por isso, fico muito feliz, quando numa aula ou palestra vejo inúmeros casais unidos em prol de uma causa comum.

Fraternalmente,

Rafael Chiconeli .`.


® todos os direitos reservados



segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

CABALA DA CURA




BOM DIA! COMECEMOS UMA SEGUNDA-FEIRA MARAVILHOSA, COM TODA A LUZ DA CABALA.


Em nossos cursos, encontramos alunos da área de saúde e pessoas de outras áreas como estudiosos, que são muito interessados na questão da CURA. Seguindo o nosso propósito, vou lançar uma resposta simples, que este espaço nos destina, para que depois possamos aprofundar.

Para a Cabala, a idéia de cura está ligada diretamente à espiritualidade. Daí, entra a ritualística que tem a função de atingir os anjos, através de evocação e o magnífico "Tzeruf", que envolve a combinação das letras hebraicas, formando sons únicos, que uma vez pronunciados atingem a esfera espiritual necessária para a realização da cura.

O interessante nesta arte milenar, aprendida dos grandes mestres da Cabala e que tivemos a oportunidade de comprovar em nossas ações é que conseguimos atrair o "Shefah" (Fluxo Universal)  que provém das esferas superiores e justamente preencher o doente, com energia potencializadora.

Em hebraico, um doente para quem demandamos uma "Cura do Céu" é chamado de "Chole", que vem da raiz "Chalal", que vai significar exatamente "vazio", em português. Para devolver vitalidade ao paciente, vamos utilizar a vocalização em cima las letras Resh- Phe, pois a própria raiz delas está volta-se para este propósito.

Mais uma vez: o grande mistério não está nas letras em si e sim na vocalização, pois só um conhecedor é capaz de utilizá-las sem prejudicar. A utilização bem-feita por um Cabalista leva a conexão direta ao anjo Raphael, que é a chave direta para que esta cura seja realizada.

Esta é uma etapa importante de nossos estudos e prática da Cabala que ensinamos e, decididamente, dentro de nosso propósito de DOAR e COMPARTILHAR é uma das coisas que traz mais satisfação dentro das boas ações. 

Para conhecer MAIS: rafaelchiconeli@yahoo.com.br

Fraternalmente,

Rafael Chiconeli .`.



® todos os direitos reservados

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

RITUAL EM CONJUNTO






COMO PROMETI, TRABALHAREMOS COM NOSSA EGRÉGORA, E ASSIM ENTENDEREMOS QUAL É REALMENTE NOSSO PAPEL PARA A REALIZAÇÃO DE NOSSAS PRETENSÕES. PARTIMOS DO PRINCÍPIO QUE É MUITO MAIS FÁCIL ALCANÇAR COISAS ATRAVÉS DE UMA ENERGIA QUE TRANSPASSA A NOSSA, ISTO PORQUE ESTAMOS LIDANDO COM A SOMA DE ENERGIAS. PARA ISSO, É PRECISO SABER QUE TODOS SOMOS UM.


SE NÃO CONSEGUIR PEGAR NO TEMPO CERTO NÃO SE IMPORTE, SIGA OS PASSOS.


LEMBRE-SE: TODOS NÓS, INCLUSIVE EU, NOS COMPROMETEMOS A SEGUIR ESTES PASSOS A PARTIR DE AGORA.


ÚLTIMA ORIENTAÇÃO: NÃO QUESTIONE, NÃO PERGUNTE, NÃO SE PRENDA A DETALHES. ESVAZIE SUA CABEÇA E APENAS FAÇA!


SEXTA:


1 - A partir de agora (sexta 20-01-2012), pense nas coisas que você já realizou na vida, através do auxílio de outras pessoas. Mentalize também nas vezes que você pôde contribuir para as conquistas de outrem. Mantenha esta mentalidade durante o dia de hoje.


2 - Ao chegar à noite antes de dormir, você mentalizará neste grupo de palavras: Sempre as escaneando da direita para a esquerda, isto vai riscar as negatividades de sua mente:


                                    כהח




SÁBADO:


3 - No Sábado, ao acordar, recite esta oração: 




Modê ani lefanêcha, Melech chai vecayam, shehechezarta bi nishmati bechemláh, rabáh emunatêcha.


Tradução – “Sou grato a ti, Rei vivo e eterno, por ter restaurado minha alma dentro de mim com misericórdia. Tua lealdade é grande.”




4 -  Após seu café da manhã, estude a Parashá Vaerá, através do link: 


http://eternooriente.blogspot.com/2012/01/parasha-da-semana-vaera.html


Ela fala de escravidão e fala de um objetivo alcançado em união, através de muitas pessoas.


5 -  Depois do almoço, mentalize e sinta a energia de muitos somando-se a sua própria. Feche os olhos, imagine uma luz imensa de cor branca fluindo para dentro de você.


6 - Após seu almoço, escaneie estas letras, da direita para a esquerda, que farão com que você acesse o recipiente de energia do coletivo: 


                                   כ לי


7 - Estude novamente durante o fim da tarde  a Parashá Vaerá, através do link: 


http://eternooriente.blogspot.com/2012/01/parasha-da-semana-vaera.html




7 - Descanse...


8 - Encha um copo com água filtrada e siga mentalizando no que quer.


9 - Quando der meia-noite, recorde-se de todo o ritual que fez, juto à tanta gente desconhecida, mas que se imbuiu de um mesmo propósito. Agora será minha parte, eu, Rafael, me encarregarei da parte ritualística final. Apenas beba a água, após esta mentalização.


10-Conte-me sobre o que sentiu: rafaelchiconeli@yahoo.com.br . Pode colocar no meu mural do facebook também: http://www.facebook.com/rafael.chiconeli


Claro que outros resultados aparecerão. Sinta-se a vontade para dividí-los.


Fraternalmente,


Rafael Chiconeli .`.









PARASHÁ DA SEMANA: VAERÁ



O QUE É UMA PARASHÁ: as Parashiot, são divisões específicas da Torah. Falam sobre temas e eventos específicos ocorridos com o povo judeu, de onde utilizamos a interpretação cabalística para retirarmos sentidos esotéricos, que servem de exemplo para nossas vidas. 


Muitas das histórias dos personagens bíblicos são nossas. Você pode estar vivendo uma dela nesta exato momento. Por isso, trarei sempre uma interpretação para que possamos aprender e aplicar em nós.




PARASHÁ DA SEMANA: VAERÁ


Segundo a parashá desta semana, a redenção não consiste em um ato único e completo, mas em uma série de cinco etapas que configuram um processo histórico. A redenção e a liberdade não se produzem geralmente de forma drástica, mas constituem o resultado de distintos fatos que provocam uma mudança na situação geral. Ela se expressa mediante cinco conceitos expresso por Deus em sua promessa a Moisés: os libertarei, os salvarei, os redimirei, os considerarei, os levarei.

Ainda no Egito era necessário despertar no povo o desejo de liberdade, já que as primeiras pragas não conseguiram abrandar o coração do Faraó, provocando, ao invés disso, um aumento das exigências com respeito ao trabalho dos escravos. O povo começou a duvidar da possibilidade de que efetivamente a redenção pudesse ocorrer. No início de nossa parashá, o Criador trata de despertar e estimular o espírito do povo e aumentar suas esperanças com respeito a redenção.

Talvez as fases desta redenção não sejam únicas e próprias da saída do Egito, já que se produziram de forma semelhante também em outras situações relacionadas com a redenção de Israel. Ao analisarmos, por exemplo, a tragédia que assolou nossa geração em nossos dias, a Shoá, veremos que também depois dela se produz um processo de “os tirarei”, “os salvarei”, “os redimirei”, “os considerarei” e “os levarei”. Mesmo assim, de forma consciente ou inconsciente, todos os libertadores de escravos, desde Espártaco até Lincoln, extraíram sua força e inspiração desta parashá, já que a melodia da redenção do Egito segue ressonando em nosso mundo…

Os três elementos do pacto: a liberdade, a Torá e Eretz Israel, constituem, cada um a seu tempo, três etapas distintas na história do povo de Israel: a saída do Egito, a entrega da Torá e a chegada a Eretz Israel. Na relação com cada um dos elementos do pacto, temos uma das três festividades centrais: Pessach, em relação a saída do Egito. Shavuot, ligada a entrega da Torá. E Sucot, em relação com Eretz Israel. O judeu assume duas obrigações diante do pacto: cumprir com as mitzvot da Torá e identificar-se com o destino histórico de seu povo.

A grandeza da saída do Egito está não no fato histórico único e excepcional de tirar um povo inteiro das garras de seus opressores, que constituíam um império inteiro, mas se tratava da primeira fase na vida de um povo, uma fase especial em uma cadeia histórica que culminaria com a formação do povo Judeu. O plano Divino começou com a saída do Egito e finalizou com a entrada em Eretz Israel.


Fraternalmente,


Rafael Chiocneli .`.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

A CABALA QUE ENSINAMOS



Muitas pessoas ao ouvir comentários sobre o curso que ministramos perguntam sobre o que exatamente ensinamos, dentro da Cabala Iniciática. Esta é uma pergunta, que durante alguns anos venho respondendo e da qual nunca enjôo, pois é a síntese do que faço e que faço com muito amor.

Também é comentado sobre o resultado que os alunos atingem e sobre a felicidade que demonstram por estarem se aprofundando nos conhecimentos cabalísticos. Digo que isso ocorre, porque eles se sintonizaram com algo incrível e que este contato trouxe para suas vidas aquilo que faltava.

Mas sobre o que ensinamos, é a tradição diretamente passada aos patriarcas por D´us, que está relacionada ao conhecimento de quem é o Criador e seus propósitos. O universo e a sua criação, como isto se deu. As criaturas que D´us fez e seus respectivos objetivos nesta existência. Abre-se uma seção especial ao ser humano, que somos nós, para que possamos entender nosso papel nesta dinâmica.

Estes conhecimentos são passados de maneira iniciática, em moldes milenares, como a Cabala deve ser ensinada de fato. Relação mestre-discípulo, onde este auxilia o aprendiz em seu crescimento. Como falo muito em minhas palestras, ninguém inicia ninguém, toda iniciação é uma "auto-iniciação", mas o papel do mestre é ser aquele auxílio, já que ele já percorreu todo o caminho pelo qual o discípulo passará.

Estes conhecimentos, são transmitidos de forma Teórica, Contemplativa, Meditativa e Ritualística, porque permitem ao discípulo a experimentação, a prova, a contraprova e, finalmente, o entendimento das verdades sublimes que antes ignorava. Mas para que realmente isto aconteça, é necessário VIVÊNCIA, só isto fará com que estes mistérios sejam absorvidos de fato.

Para se Inscrever: rafaelchiconeli@yahoo.com.br

Fraternalmente,

Rafael Chioconeli .`.


® todos os direitos reservados


sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

AULA ABERTA DE CABALA (RJ)




MEUS AMIGOS, MINHAS AMIGAS, TODA A LUZ DA CABALÁ PARA VOCÊS!


ATENDENDO A PEDIDOS, VAMOS TER UMA AULA DEMONSTRATIVA ABERTA ESTA A SEMANA NO RIO DE JANEIRO (16-01) - SEGUNDA-FEIRA.

O TEMA SERÁ A "A CABALA INICIÁTICA", TEMA QUE É DE SUMA IMPORTÂNCIA PARA TODOS NÓS.

É GRATUITO. QUEM QUISER PARTICIPAR, É SÓ ENVIAR UM E-MAIL PARA: 


rafaelchiconeli@yahoo.com.br


COM TELEFONE E NOME COMPLETO, QUE PASSAREMOS TODOS OS DADOS CORRETAMENTE.


LOCAL: COPACABANA


HORÁRIO: 19H30

ESTA É UMA FORMA DE AGRADECER A TODOS QUE VEM ME ACOMPANHANDO.

FRATERNALMENTE,

Rafael Chiconeli .`.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

EGRÉGORA CABALÍSTICA


Há uma força invisível que atua no mundo, impulsionando realizações e auxiliando com que mais e mais pessoas possam levantar os véus que separam os mundos exotérico e esotérico, terminações parecidas, mas que são tão diferentes quanto a água e o vinho. No final das contas, precisamos entender em qual conceito estamos inseridos para que possamos nos transformar.

A Egrégora é a força das forças, uma impulsão de energias que é proveniente da união de vários seres em busca de um único propósito, sejam eles quais forem. Quando estamos com pessoas que vibram na mesma sintonia que nós, seja presencial ou à distância, as coisas acontecem, rumando para aquele propósito prenunciado.

Também existem egrégoras ruins, já que quem vai delimitar o propósito dela, são aqueles que a abastecem com sua energia. Isto faz com que as leis universais que D´us proporcionou a este mundo se apliquem, já que o Criador é a essência do bem, fornecendo ao ser humano o Livre-Arbítrio. Sendo livres, nós também o somos para fazer o mal.

O Objetivo das Egrégoras Cabalísticas é vencer o egoísmo e proporcionar o bem a todos. Nesta egrégora, as  energias circulam livremente, havendo permutação  entre elas. Assim, o mais forte de hoje, beneficia o que está mais frágil e num outro dia, o será, vice-versa. Isso acontece, pois os estudos da Cabala abastecem as pessoas, recarregando e renovando as energias, que serão partilhadas.

O objetivo maior da Cabala Iniciática, é resgatar o ser humano e colocá-lo na maior de todas as egrégoras, que é a Divina. Esta é a egrégora da atuação de D´us, onde todas as suas criaturas como os anjos, seres espirituais, animais, vegetais e minerais, vibram em igual intensidade. 

Porém, com o Livre-Arbítrio, podemos optar fazer parte dela ou não. Neste estágio superior, de estar "um com o criador", experimentamos o máximo do prazer e do significado de sermos o que somos, é a ciência máxima de nosso propósito. Mas por enquanto, a maioria de nós, prefere se fundir na "auto-egrégora", que é o egoísmo.

Que possamos todos evoluir, crescer e aprender. JUNTOS!

MAIS SOBRE A CABALA INICIÁTICA: 

rafaelchiconeli@yahoo.com.br


Fraternalmente,


Rafael Chiconeli .`.


® todos os direitos reservados

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

PENSAMENTO, PALAVRA E AÇÃO (VÍDEO)


video




NESTE VÍDEO, EXPLICAMOS COMO EMPREGAR O PENSAMENTO, A PALAVRA E AÇÃO DE MANEIRA CONSTRUTIVA. PARA QUE TODOS TENHAMOS UMA VIDA REALMENTE PLENA.



sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

A ÁRVORE E SEU FRUTO


Uma vez eu andava por um vale, acompanhado de um grande sábio. Caminhava falando sobre as coisas terrenas e divinas, como o jovem aprendiz que eu "era" (e para sempre serei) buscando respostas sobre mim, que futuramente (hoje) poderia dividir com outras pessoas. Conversávamos animadamente, até que paramos diante de uma grande árvore.

Falava sobre a transitoriedade das coisas e do quanto era difícil reconhecer as boas e as más intenções das pessoas, por mais empenho que eu procurasse colocar nas minhas ações. Fiz diversas perguntas, uma atrás da outra, mas o mestre pacientemente me olhava e nada respondia.

Aquele clima confuso continuou, até ele pedir para que eu chegasse bem próximo á árvore. Não entendi o que ele queria, mas obedeci, conforme os antigos costumes. Alguns galhos daquela árvore pairavam diante de mim, tocando meus cabelos, com suas folhas envelhecidas, era realmente uma árvore muito feia.

Parece que ele adivinhou meu pensamento e disse: "prove". "provar o que", eu retruquei, já que estava enojado com a aparência da árvore e de seus frutos, alguma espécie de castanha que eu jamais provara. Mas ele insistiu, "coma do fruto". E eu, com aquela cara de poucos amigos, tentava desviar o foco, por não conseguir desprender uma fruta sequer do galho.

"Coma agora, Rafael"! Não consegui resistir a esta voz de comando e automaticamente peguei o fruto e o puxei, soltando-o do galho, de encontro á mim. Tive ânsia de vômito, mas quando coloquei nos lábios e comecei a mastigar, tive uma sensação surpreendente. Era a castanha mais gostosa que eu jamais tinha experimentado!

Então, me olhando, o sábio disse: "Rafael, você conhece o valor da árvore, não pela sua aparência, e sim pelos frutos que ela dá". 

Aprendi, a partir de então, que não devia classificar ninguém pela aparência e sim, flagrar em cada pessoa aspectos positivos e aprender, que muito mais do que o que ela aparenta, o magnífico é, de fato, o que ela é. E isso, só podemos descobrir se colhermos os frutos que provém de cada pessoa.

Fraternalmente,

Rafael Chiconelli .`.



® todos os direitos reservados

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

A LENTE CERTA


DESEJO À TODOS VOCÊS UM ÓTIMO INÍCIO DE ANO, COM MUITA FORÇA E DISPOSIÇÃO DE APROVEITAR O MÁXIMO  DE POTENCIALIDADE DIVINA. ACREDITEM: O MELHOR ESTÁ RESERVADO PARA VOCÊS!

Muitas das coisas que nos acontecem são indesejáveis e, de fato, não aconteceriam, se deixássemos claro para as pessoas o que queremos de verdade. Isto não significa arrogância, e sim tomar uma posição ativa frente as milhares de situações que passam pelas nossas e que nos dão a chance de fazer o certo.

O problema é que quase sempre estamos acreditando que se não fizermos coisas simplesmente se resolverão por si mesmas, como se, de fato, evaporassem. Não é verdade, porque somente vivendo nossas vidas e decidindo estamos vivendo este propósito maior, relacionado ao exercício do livre-arbítrio.

Muitas vezes também, o medo que temos de certas situações está relacionado a como enxergamos algo e nossa visão está praticamente inebriada pelo fato de sephiróticamente nos encontrarmos na esfera de número 10. Estudando a Cabala percebemos que existem outras e que temos então uma visão parcial acerca dos fenômenos que nos rondam. Então, basicamente como o uso de uma lente de óculos errada, nós aumentamos e diminuímos os fatos.

Se então estamos com nossa visão espiritual prejudicada, a Cabala vai fazer o trabalho do Olftalmologista, ajudando a entender como está a visão e definindo a solução mais apropriada para que o problema seja resolvido. Quando adquirimos a exata dimensão das coisas,  também nos cercamos de elementos que nos ajudam a optar pelo melhor.

Nossa vida também é uma constante correção de rota, pois estamos num vôo, rumo a nossa conexão maior com o Criador. Para que isso aconteça da melhor forma, precisamos nos aproveitar do que a Cabala tem a oferecer, já que sua ciência milenar é amplia nossa visão e nos ajuda a enxergar nossos propósitos.

Assim, tudo o que desejamos de verdade, se tornará tangível.

Fraternalmente,

Rafael Chiconeli .`.



® todos os direitos reservados