sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

PARASHÁ DA SEMANA: VAERÁ



O QUE É UMA PARASHÁ: as Parashiot, são divisões específicas da Torah. Falam sobre temas e eventos específicos ocorridos com o povo judeu, de onde utilizamos a interpretação cabalística para retirarmos sentidos esotéricos, que servem de exemplo para nossas vidas. 


Muitas das histórias dos personagens bíblicos são nossas. Você pode estar vivendo uma dela nesta exato momento. Por isso, trarei sempre uma interpretação para que possamos aprender e aplicar em nós.




PARASHÁ DA SEMANA: VAERÁ


Segundo a parashá desta semana, a redenção não consiste em um ato único e completo, mas em uma série de cinco etapas que configuram um processo histórico. A redenção e a liberdade não se produzem geralmente de forma drástica, mas constituem o resultado de distintos fatos que provocam uma mudança na situação geral. Ela se expressa mediante cinco conceitos expresso por Deus em sua promessa a Moisés: os libertarei, os salvarei, os redimirei, os considerarei, os levarei.

Ainda no Egito era necessário despertar no povo o desejo de liberdade, já que as primeiras pragas não conseguiram abrandar o coração do Faraó, provocando, ao invés disso, um aumento das exigências com respeito ao trabalho dos escravos. O povo começou a duvidar da possibilidade de que efetivamente a redenção pudesse ocorrer. No início de nossa parashá, o Criador trata de despertar e estimular o espírito do povo e aumentar suas esperanças com respeito a redenção.

Talvez as fases desta redenção não sejam únicas e próprias da saída do Egito, já que se produziram de forma semelhante também em outras situações relacionadas com a redenção de Israel. Ao analisarmos, por exemplo, a tragédia que assolou nossa geração em nossos dias, a Shoá, veremos que também depois dela se produz um processo de “os tirarei”, “os salvarei”, “os redimirei”, “os considerarei” e “os levarei”. Mesmo assim, de forma consciente ou inconsciente, todos os libertadores de escravos, desde Espártaco até Lincoln, extraíram sua força e inspiração desta parashá, já que a melodia da redenção do Egito segue ressonando em nosso mundo…

Os três elementos do pacto: a liberdade, a Torá e Eretz Israel, constituem, cada um a seu tempo, três etapas distintas na história do povo de Israel: a saída do Egito, a entrega da Torá e a chegada a Eretz Israel. Na relação com cada um dos elementos do pacto, temos uma das três festividades centrais: Pessach, em relação a saída do Egito. Shavuot, ligada a entrega da Torá. E Sucot, em relação com Eretz Israel. O judeu assume duas obrigações diante do pacto: cumprir com as mitzvot da Torá e identificar-se com o destino histórico de seu povo.

A grandeza da saída do Egito está não no fato histórico único e excepcional de tirar um povo inteiro das garras de seus opressores, que constituíam um império inteiro, mas se tratava da primeira fase na vida de um povo, uma fase especial em uma cadeia histórica que culminaria com a formação do povo Judeu. O plano Divino começou com a saída do Egito e finalizou com a entrada em Eretz Israel.


Fraternalmente,


Rafael Chiocneli .`.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

A CABALA QUE ENSINAMOS



Muitas pessoas ao ouvir comentários sobre o curso que ministramos perguntam sobre o que exatamente ensinamos, dentro da Cabala Iniciática. Esta é uma pergunta, que durante alguns anos venho respondendo e da qual nunca enjôo, pois é a síntese do que faço e que faço com muito amor.

Também é comentado sobre o resultado que os alunos atingem e sobre a felicidade que demonstram por estarem se aprofundando nos conhecimentos cabalísticos. Digo que isso ocorre, porque eles se sintonizaram com algo incrível e que este contato trouxe para suas vidas aquilo que faltava.

Mas sobre o que ensinamos, é a tradição diretamente passada aos patriarcas por D´us, que está relacionada ao conhecimento de quem é o Criador e seus propósitos. O universo e a sua criação, como isto se deu. As criaturas que D´us fez e seus respectivos objetivos nesta existência. Abre-se uma seção especial ao ser humano, que somos nós, para que possamos entender nosso papel nesta dinâmica.

Estes conhecimentos são passados de maneira iniciática, em moldes milenares, como a Cabala deve ser ensinada de fato. Relação mestre-discípulo, onde este auxilia o aprendiz em seu crescimento. Como falo muito em minhas palestras, ninguém inicia ninguém, toda iniciação é uma "auto-iniciação", mas o papel do mestre é ser aquele auxílio, já que ele já percorreu todo o caminho pelo qual o discípulo passará.

Estes conhecimentos, são transmitidos de forma Teórica, Contemplativa, Meditativa e Ritualística, porque permitem ao discípulo a experimentação, a prova, a contraprova e, finalmente, o entendimento das verdades sublimes que antes ignorava. Mas para que realmente isto aconteça, é necessário VIVÊNCIA, só isto fará com que estes mistérios sejam absorvidos de fato.

Para se Inscrever: rafaelchiconeli@yahoo.com.br

Fraternalmente,

Rafael Chioconeli .`.


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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

AULA ABERTA DE CABALA (RJ)




MEUS AMIGOS, MINHAS AMIGAS, TODA A LUZ DA CABALÁ PARA VOCÊS!


ATENDENDO A PEDIDOS, VAMOS TER UMA AULA DEMONSTRATIVA ABERTA ESTA A SEMANA NO RIO DE JANEIRO (16-01) - SEGUNDA-FEIRA.

O TEMA SERÁ A "A CABALA INICIÁTICA", TEMA QUE É DE SUMA IMPORTÂNCIA PARA TODOS NÓS.

É GRATUITO. QUEM QUISER PARTICIPAR, É SÓ ENVIAR UM E-MAIL PARA: 


rafaelchiconeli@yahoo.com.br


COM TELEFONE E NOME COMPLETO, QUE PASSAREMOS TODOS OS DADOS CORRETAMENTE.


LOCAL: COPACABANA


HORÁRIO: 19H30

ESTA É UMA FORMA DE AGRADECER A TODOS QUE VEM ME ACOMPANHANDO.

FRATERNALMENTE,

Rafael Chiconeli .`.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

EGRÉGORA CABALÍSTICA


Há uma força invisível que atua no mundo, impulsionando realizações e auxiliando com que mais e mais pessoas possam levantar os véus que separam os mundos exotérico e esotérico, terminações parecidas, mas que são tão diferentes quanto a água e o vinho. No final das contas, precisamos entender em qual conceito estamos inseridos para que possamos nos transformar.

A Egrégora é a força das forças, uma impulsão de energias que é proveniente da união de vários seres em busca de um único propósito, sejam eles quais forem. Quando estamos com pessoas que vibram na mesma sintonia que nós, seja presencial ou à distância, as coisas acontecem, rumando para aquele propósito prenunciado.

Também existem egrégoras ruins, já que quem vai delimitar o propósito dela, são aqueles que a abastecem com sua energia. Isto faz com que as leis universais que D´us proporcionou a este mundo se apliquem, já que o Criador é a essência do bem, fornecendo ao ser humano o Livre-Arbítrio. Sendo livres, nós também o somos para fazer o mal.

O Objetivo das Egrégoras Cabalísticas é vencer o egoísmo e proporcionar o bem a todos. Nesta egrégora, as  energias circulam livremente, havendo permutação  entre elas. Assim, o mais forte de hoje, beneficia o que está mais frágil e num outro dia, o será, vice-versa. Isso acontece, pois os estudos da Cabala abastecem as pessoas, recarregando e renovando as energias, que serão partilhadas.

O objetivo maior da Cabala Iniciática, é resgatar o ser humano e colocá-lo na maior de todas as egrégoras, que é a Divina. Esta é a egrégora da atuação de D´us, onde todas as suas criaturas como os anjos, seres espirituais, animais, vegetais e minerais, vibram em igual intensidade. 

Porém, com o Livre-Arbítrio, podemos optar fazer parte dela ou não. Neste estágio superior, de estar "um com o criador", experimentamos o máximo do prazer e do significado de sermos o que somos, é a ciência máxima de nosso propósito. Mas por enquanto, a maioria de nós, prefere se fundir na "auto-egrégora", que é o egoísmo.

Que possamos todos evoluir, crescer e aprender. JUNTOS!

MAIS SOBRE A CABALA INICIÁTICA: 

rafaelchiconeli@yahoo.com.br


Fraternalmente,


Rafael Chiconeli .`.


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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

PENSAMENTO, PALAVRA E AÇÃO (VÍDEO)






NESTE VÍDEO, EXPLICAMOS COMO EMPREGAR O PENSAMENTO, A PALAVRA E AÇÃO DE MANEIRA CONSTRUTIVA. PARA QUE TODOS TENHAMOS UMA VIDA REALMENTE PLENA.



sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

A ÁRVORE E SEU FRUTO


Uma vez eu andava por um vale, acompanhado de um grande sábio. Caminhava falando sobre as coisas terrenas e divinas, como o jovem aprendiz que eu "era" (e para sempre serei) buscando respostas sobre mim, que futuramente (hoje) poderia dividir com outras pessoas. Conversávamos animadamente, até que paramos diante de uma grande árvore.

Falava sobre a transitoriedade das coisas e do quanto era difícil reconhecer as boas e as más intenções das pessoas, por mais empenho que eu procurasse colocar nas minhas ações. Fiz diversas perguntas, uma atrás da outra, mas o mestre pacientemente me olhava e nada respondia.

Aquele clima confuso continuou, até ele pedir para que eu chegasse bem próximo á árvore. Não entendi o que ele queria, mas obedeci, conforme os antigos costumes. Alguns galhos daquela árvore pairavam diante de mim, tocando meus cabelos, com suas folhas envelhecidas, era realmente uma árvore muito feia.

Parece que ele adivinhou meu pensamento e disse: "prove". "provar o que", eu retruquei, já que estava enojado com a aparência da árvore e de seus frutos, alguma espécie de castanha que eu jamais provara. Mas ele insistiu, "coma do fruto". E eu, com aquela cara de poucos amigos, tentava desviar o foco, por não conseguir desprender uma fruta sequer do galho.

"Coma agora, Rafael"! Não consegui resistir a esta voz de comando e automaticamente peguei o fruto e o puxei, soltando-o do galho, de encontro á mim. Tive ânsia de vômito, mas quando coloquei nos lábios e comecei a mastigar, tive uma sensação surpreendente. Era a castanha mais gostosa que eu jamais tinha experimentado!

Então, me olhando, o sábio disse: "Rafael, você conhece o valor da árvore, não pela sua aparência, e sim pelos frutos que ela dá". 

Aprendi, a partir de então, que não devia classificar ninguém pela aparência e sim, flagrar em cada pessoa aspectos positivos e aprender, que muito mais do que o que ela aparenta, o magnífico é, de fato, o que ela é. E isso, só podemos descobrir se colhermos os frutos que provém de cada pessoa.

Fraternalmente,

Rafael Chiconelli .`.



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terça-feira, 3 de janeiro de 2012

A LENTE CERTA


DESEJO À TODOS VOCÊS UM ÓTIMO INÍCIO DE ANO, COM MUITA FORÇA E DISPOSIÇÃO DE APROVEITAR O MÁXIMO  DE POTENCIALIDADE DIVINA. ACREDITEM: O MELHOR ESTÁ RESERVADO PARA VOCÊS!

Muitas das coisas que nos acontecem são indesejáveis e, de fato, não aconteceriam, se deixássemos claro para as pessoas o que queremos de verdade. Isto não significa arrogância, e sim tomar uma posição ativa frente as milhares de situações que passam pelas nossas e que nos dão a chance de fazer o certo.

O problema é que quase sempre estamos acreditando que se não fizermos coisas simplesmente se resolverão por si mesmas, como se, de fato, evaporassem. Não é verdade, porque somente vivendo nossas vidas e decidindo estamos vivendo este propósito maior, relacionado ao exercício do livre-arbítrio.

Muitas vezes também, o medo que temos de certas situações está relacionado a como enxergamos algo e nossa visão está praticamente inebriada pelo fato de sephiróticamente nos encontrarmos na esfera de número 10. Estudando a Cabala percebemos que existem outras e que temos então uma visão parcial acerca dos fenômenos que nos rondam. Então, basicamente como o uso de uma lente de óculos errada, nós aumentamos e diminuímos os fatos.

Se então estamos com nossa visão espiritual prejudicada, a Cabala vai fazer o trabalho do Olftalmologista, ajudando a entender como está a visão e definindo a solução mais apropriada para que o problema seja resolvido. Quando adquirimos a exata dimensão das coisas,  também nos cercamos de elementos que nos ajudam a optar pelo melhor.

Nossa vida também é uma constante correção de rota, pois estamos num vôo, rumo a nossa conexão maior com o Criador. Para que isso aconteça da melhor forma, precisamos nos aproveitar do que a Cabala tem a oferecer, já que sua ciência milenar é amplia nossa visão e nos ajuda a enxergar nossos propósitos.

Assim, tudo o que desejamos de verdade, se tornará tangível.

Fraternalmente,

Rafael Chiconeli .`.



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